
Layla sonha.
Vislumbra um enorme jardim, cheio de flores tão belas, tão inebriantes, que mal sabe dizer o que é aquilo. Olha acima, e vê o sol. Fica deslumbrada, e não sente medo de seu toque de calor.
O sol começa a descer, e lentamente vira um homem de mantos negros, que emana uma sensação de paz tamanha que Layla só poderia conceber nos sonhos mais joviais. Ele tira o manto, e revela um rosto que só ela percebe a aura de coragem dele, sua perseverança e paz, quase como um rosto formado de emoções intercaladas pela natureza.
Ele estende as mãos e mostra dois caminhos, formados pela lateral de uma montanha tão alta que, quando toca o céu, parece ainda não ter fim, com neve cobrindo boa parte de sua superfície.
Um dos caminhos é um jardim de quase tamanha exuberância quanto o primeiro, e o segundo é escuro, com um céu avermelhado, árvores mortas, nenhuma vegetação, e alguns abutres voando.
A cataiana se vê condicionada a ir andando ao caminho do jardim, e se sente convicta disso. Ao caminhar por lá, assim que vira uma parte dos pés da montanha, vê uma guerra, onde vários homens pálidos, com a Besta nos olhos, e mantos vermelhos, chacinavam alguns camponeses. Eles a olham, e ela sabe que teria de fugir.
E corre com todas as suas forças, parecendo se mover tal qual um raio. Mas eles se movem ainda mais rápido e a encurralaram num enorme paredão. O medo corre de tal maneira que ela pensa ser seu fim, quando a terra a engole, e a lança em direções mil, deixando-a totalmente desnorteada. Então, ela é cuspida pela terra, no alto da montanha, e pode vislumbrar toda a cena lá em baixo, com os homens de vermelho confusos e os corpos dos camponeses ao chão.
Olha pro outro lado e vislumbra o caminho avermelhado e nenhuma alma viva além de poucos pássaros negros. Ao longe, uma enorme trilha que segue além do horizonte, recheada por vales, montanhas, florestas e rios por onde passa, mas sem nenhuma ligação aparente com nenhum dos caminhos abaixo.
Acima, ao céu, o contraste de 3 cores: em cima do jardim, um céu azul lindo, com uma sensação de calma. Em cima do vale morto, um céu vermelho, e um sol quase alaranjado, de brilho morto. E acima da montanha e do caminho à frente, um céu azul marinho todo estrelado, com uma enorme lua cheia.
Lentamente e atraída por uma força poderosa Layla desce a cabeça e vislumbra o homem de mantos negros. Ele a olha nos olhos, e agora ela percebe seus traços físicos. Ele é de pele mais clara e incrivelmente pálido, olhos mais finos e também claros, cabelos levemente encaracolados, e lábios finos. Ele sussurra: "encontre-me nos grandes vales do oeste".
Vislumbra um enorme jardim, cheio de flores tão belas, tão inebriantes, que mal sabe dizer o que é aquilo. Olha acima, e vê o sol. Fica deslumbrada, e não sente medo de seu toque de calor.
O sol começa a descer, e lentamente vira um homem de mantos negros, que emana uma sensação de paz tamanha que Layla só poderia conceber nos sonhos mais joviais. Ele tira o manto, e revela um rosto que só ela percebe a aura de coragem dele, sua perseverança e paz, quase como um rosto formado de emoções intercaladas pela natureza.
Ele estende as mãos e mostra dois caminhos, formados pela lateral de uma montanha tão alta que, quando toca o céu, parece ainda não ter fim, com neve cobrindo boa parte de sua superfície.
Um dos caminhos é um jardim de quase tamanha exuberância quanto o primeiro, e o segundo é escuro, com um céu avermelhado, árvores mortas, nenhuma vegetação, e alguns abutres voando.
A cataiana se vê condicionada a ir andando ao caminho do jardim, e se sente convicta disso. Ao caminhar por lá, assim que vira uma parte dos pés da montanha, vê uma guerra, onde vários homens pálidos, com a Besta nos olhos, e mantos vermelhos, chacinavam alguns camponeses. Eles a olham, e ela sabe que teria de fugir.
E corre com todas as suas forças, parecendo se mover tal qual um raio. Mas eles se movem ainda mais rápido e a encurralaram num enorme paredão. O medo corre de tal maneira que ela pensa ser seu fim, quando a terra a engole, e a lança em direções mil, deixando-a totalmente desnorteada. Então, ela é cuspida pela terra, no alto da montanha, e pode vislumbrar toda a cena lá em baixo, com os homens de vermelho confusos e os corpos dos camponeses ao chão.
Olha pro outro lado e vislumbra o caminho avermelhado e nenhuma alma viva além de poucos pássaros negros. Ao longe, uma enorme trilha que segue além do horizonte, recheada por vales, montanhas, florestas e rios por onde passa, mas sem nenhuma ligação aparente com nenhum dos caminhos abaixo.
Acima, ao céu, o contraste de 3 cores: em cima do jardim, um céu azul lindo, com uma sensação de calma. Em cima do vale morto, um céu vermelho, e um sol quase alaranjado, de brilho morto. E acima da montanha e do caminho à frente, um céu azul marinho todo estrelado, com uma enorme lua cheia.
Lentamente e atraída por uma força poderosa Layla desce a cabeça e vislumbra o homem de mantos negros. Ele a olha nos olhos, e agora ela percebe seus traços físicos. Ele é de pele mais clara e incrivelmente pálido, olhos mais finos e também claros, cabelos levemente encaracolados, e lábios finos. Ele sussurra: "encontre-me nos grandes vales do oeste".
Layla acorda.... e já sabe onde deve ir.
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